As coisas incríveis do futebol

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As coisas incríveis do futebol: as melhores crônicas de Mário Filho reúne as crônicas mais saborosas escritas pelo autor no Globo Sportivo nas décadas de 40 e 50. Elaboradas no estilo despojado e humorístico que o consagraria e faria escola no jornalismo brasileiro, elas abordam os temas centrais da era de ouro do futebol brasileiro: os grandes jogadores e partidas, a história dos clubes, a consolidação do futebol como esporte no Brasil, os “sururus”, as confusões e brigas dos torcedores, o abrasileiramento do futebol, além das histórias mais pitorescas do mundo futebolístico.

Descrição

As coisas incríveis do futebol: as melhores crônicas de Mário Filho reúne as crônicas mais saborosas escritas pelo autor no Globo Sportivo nas décadas de 40 e 50. Elaboradas no estilo despojado e humorístico que o consagraria e faria escola no jornalismo brasileiro, elas abordam os temas centrais da era de ouro do futebol brasileiro: os grandes jogadores e partidas, a história dos clubes, a consolidação do futebol como esporte no Brasil, os “sururus”, as confusões e brigas dos torcedores, o abrasileiramento do futebol, além das histórias mais pitorescas do mundo futebolístico. Fruto de um trabalho de três anos, todas as crônicas selecionados são inéditas em livro e ilustradas por fotos do Acervo de Mario Neto. O volume traz ainda textos de dois craques do jornalismo esportivo atual: José Trajano e Alberto Helena Jr.

Mário Filho (1908–1966) foi um dos mais importantes cronistas do jornalismo esportivo brasileiro. Além de livros como o hoje clássico O negro no futebol brasileiro, escreveu crônicas para A Manhã, Crítica, O Globo, Globo Sportivo, Jornal dos Sports e Manchete Esportiva. Suas contribuições ao jornalismo e a cena cultural brasileira foram inestimáveis: criou o torneio Rio-São Paulo, a Copa Rio, os Jogos da Primavera (1947), os Jogos Infantis (1951). Promoveu e organizou os desfiles das escolas de samba, cunhou a expressão Fla-Flu, lutou para que o estádio do Maracanã, na época o maior estádio do mundo, fosse construído na zona norte do Rio, travando árdua e longa batalha com Carlos Lacerda. Em sua homenagem, o estádio do Maracanã passou a ter o seu nome. Em 66, morreu vítima de um ataque cardíaco aos 58 anos. Dele diria o seu irmão Nelson Rodrigues: “Mário Filho foi tão grande que deveria ser enterrado no Maracanã”.

Francisco Michielin é natural de Caxias do Sul (RS), é cardiologista, professor universitário e membro fundador da Academia Brasileira de Médicos Escritores. Torcedor do Juventude, Michielin tem se dedicado à pesquisa e documentação do futebol brasileiro, tendo publicado A primeira vez do Brasil: Campeão mundial de 1958 (Maneco, 2008), o mais alentado estudo já feito sobre a campanha vitoriosa do Brasil na Suécia em 1958. Pelo Birô Ex Machina, selo de publicações independentes da editora, publicou A Copa de 1950: a maior tragédia do futebol brasileiro (Birô Ex Machina, 2014), com apresentação de Maurício Noriega.

José Trajano nasceu no Rio de Janeiro, em 1946. Célebre torcedor do América, é um dos jornalistas esportivos mais importantes em atividade, tendo trabalhado em todos os grandes veículos da mídia impressa e televisiva.

Alberto Helena Jr. foi revisor, repórter, redator, copy-desk, pauteiro, editor, crítico musical e colunista esportivo. No rádio, produziu e apresentou programas musicais e jornalísticos, além de ter sido diretor-geral da Rádio Gazeta, em São Paulo. Na TV, produziu, dirigiu e apresentou programas jornalísticos, musicais e esportivos.

Informação adicional

Autor

Mário Filho

Ano

2014

Área

Crônica

Característica

Brochura

Dimensão

14 x 21 cm

Edição

ISBN

978-85-67773-00-1

Páginas

200