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A História da Bruxaria de Montague Summers é um clássico indispensável para quem deseja mergulhar nas raízes do ocultismo, dos processos de caça às bruxas e das crenças que moldaram o imaginário da Europa e suas colônias. Com erudição e estilo enciclopédico únicos, Summers traça um panorama desde a caça aos heresiarcas na Antiguidade Tardia até a instituição dos tribunais da Inquisição no início da Era Moderna.
Entre os séculos XIII e XVIII, a caça às bruxas varreu o continente europeu e chegou ao Novo Mundo, deixando um rastro de sangue e mistério. Summers explora esse período oferecendo detalhes chocantes: em sua obra, temos contato com os manuais inquisitoriais que orientavam a identificação e a tortura de bruxas, até relatos de mulheres que supostamente participavam de voos noturnos e sabás orgiásticos, de sacrifícios humanos e da reversão dos ritos sacros da Igreja. A análise em questão não se limita aos processos judiciais; ela vai além e investiga as raízes da bruxaria na religiosidade folk da Europa pré-cristã, sua relação com a magia cerimonial e como a Igreja moldou o imaginário do malefício. O resultado é uma obra que desafia tanto céticos quanto devotos, revelando como uma mescla de pavor e fascinação pelo sobrenatural moldou nossas leis, artes e espiritualidade. Mais do que um apanhado de registros históricos, a obra é uma viagem pelos mistérios que há muito instigam a razão humana.
Augustus Montague Summers (1880-1948) deixou o ocultismo para abraçar uma visão radical do catolicismo medieval por volta dos trinta anos, consagrando-se como uma personagem excêntrica que transitou entre a erudição, a teologia e o ocultismo. Sua obsessão pelo sobrenatural — sobretudo por bruxaria, lobisomens e vampiros — resultou em obras enciclopédicas que misturam documentos históricos, demonologia e teorias conspiratórias sobre um suposto “complô satânico” contra a civilização. Apesar de seu tom alarmista, sua pesquisa minuciosa sobre processos de bruxaria segue como referência para estudantes do oculto e historiadores literários. Polemista de enorme erudição, Summers acreditava que a bruxaria era uma guerra espiritual real, e a Europa moderna, sua próxima vítima.
Atualmente, a bruxaria ressurge no debate cultural sob uma perspectiva crítica, seja em movimentos neopagãos, nos estudos de gênero, na literatura ou no cinema. Não é uma tarefa fácil entender como uma tal revalorização se deu — isto é, como uma figura implacavelmente perseguida por virtualmente oito séculos se tornou símbolo de resistência feminina e de paradigma de uma espiritualidade integrada ao mundo natural. A edição foi cuidadosamente comentada e inclui um prefácio inédito e notas contextualizadas pelo tradutor e pesquisador Felipe Vale da Silva, tornando-a acessível aos curiosos e estudiosos do folclore, da historiografia e do ocultismo. Confira o sumário abaixo:
| Ano |
2026 |
|---|---|
| Peso | 1050 g |
| Área | História |
| Autor |
Montague Summers |
| Dimensão |
16 x 23 cm |
| Edição |
1ª |
| Filmografia |
Carlos Primati |
| Prefaciador |
Felipe Vale da Silva |
| Característica |
Capa dura / verniz localizado |
| ISBN |
978-85-67773-29-2 |
| Páginas | 384 |
| Tradutor |
Felipe Vale da Silva |
| Posfácio |
Marina Sena |
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